quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Expedição percorre norte de Minas descobrindo belezas e ameaças à natureza

As equipes dos Escritórios Regionais Norte e Alto Médio São Francisco do Instituto Estadual de Florestas (IEF) participaram, entre os dias 07 e 10 de setembro, da 5ª Expedição Caminhos dos Gerais. A atividade percorre roteiros para conhecer as belezas naturais e os impactos negativos existentes na região, bem como a contribuição das unidades de conservação para a proteção desses ambientes.

A 5ª Edição da expedição foi dividida em três roteiros: “Serra do Cabral”, “Espinhaço” e “Peruaçu/Pandeiros”. A escolha dos roteiros teve como objetivo avaliar as unidades de conservação das regiões visitadas que são o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, a Área de Proteção Ambiental (APA) Nacional Cavernas do Peruaçu, os Parque Estaduais Veredas do Peruaçu e Serra do Cabral, a APA do Rio Pandeiros, Refúgio de Vida Silvestre do Rio Pandeiros e a APA da Serra do Cabral.

Minas retoma Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental

Representantes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), juntamente com representantes de outros órgãos engajados com a Educação Ambiental em Minas Gerais, se reuniram no dia 12/09 para retomar os trabalhos da Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental do Estado de Minas Gerais (CIEA-MG), inativa por oito anos.

A CIEA tem caráter representativo, consultivo e deliberativo e tem como finalidade promover a discussão, gestão, coordenação, acompanhamento e avaliação dos programas, projetos e ações, além de implementar atividades de Educação Ambiental no Estado de Minas Gerais.

A comissão é representada por conselheiros de diversos órgãos, como o Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG), Polícia Militar (PM), Instituto Estadual de Florestas (IEF), Semad, Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), Ordem dos Advogados de MG (OAB-MG), Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Minas Gerais (Federaminas), entre outros. A comissão tem o importante papel de avançar rumo ao desenvolvimento de políticas públicas na área de educação ambiental em Minas Gerais.

Segundo o assessor chefe de Educação Ambiental e Relações Institucionais da Semad, André Ruas, a retomada da CIEA-MG, após vários anos sem se reunir, representa uma evolução das políticas públicas de educação ambiental no Estado. “Esse resgate é muito oportuno, pois na próxima semana ocorrerá o IX Fórum Brasileiro de Educação Ambiental em Balneário Camboriú/SC, no qual haverá o Encontro Nacional das CIEAs, ocasião propícia para demonstrar que Minas está progredindo na educação ambiental", esclarece ele.

O 1º prêmio de boas práticas, “Salve o Rio São Francisco”, concurso realizado pelo Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema); o Encontro Nacional das CIEAs em Balneário Camboriú, nos dias 17 a 20/09 apresentação do Decreto Estadual 44.264 que instituiu a CIEA-MG e propostas de revisão; apresentação de regimento e eleição da presidência e da coordenação da CIEA foram alguns dos assuntos discutidos na reunião.

Para o tenente Ferreira, diretor de meio ambiente e trânsito da PM-MG, o objetivo principal da CIEA é compartilhar experiências e desenvolver ações focadas na educação ambiental como formador de cidadãos engajados com as questões ambientais.

O analista ambiental, Ricardo Cottini, lembrou que será lançado, na comemoração dos 55 anos do IEF, no dia 21 deste mês, o primeiro catálogo com as iniciativas de educação ambiental realizadas pelo órgão. “E até o final deste ano, um catálogo de educação ambiental do Sisema, denominado: “Minas educa para a sustentabilidade”, no qual estarão registradas todas iniciativas de educação ambiental desenvolvidas pela instituição”, será lançado”, complementa o analista.

Já a analista ambiental e assessoria da diretoria geral do IEF, Simone Rolla, afirma que a CIEA tem a missão de integrar ações de educação e extensão ambiental nas políticas públicas, cujo foco é a sustentabilidade no planeta.

Fonte: Semad

Aplicativo ajuda pecuaristas de Minas Gerais a comprar touros para melhoria do rebanho

Pecuaristas interessados em comprar touros de qualidade genética superior para a melhoria do rebanho podem usar o celular para conferir a oferta de animais em todo do Estado. A novidade, lançada pela Emater-MG em parceria com a Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ), faz parte do programa Pró-Genética, que tem o objetivo de facilitar a aquisição de animais de alto padrão,  principalmente por pequenos e médios produtores.

Desde que o Pró-Genética foi criado pelo governo de Minas Gerais e ABCZ, a forma mais usual de aquisição dos animais reprodutores é nas feiras e leilões de touros organizados pelo programa em todo o estado. Mas a partir deste ano, existe também a opção digital, com a criação do aplicativo ABCZ Mobile, que pode ser instalado em smartphones e tablets. O aplicativo é gratuito e está disponível para os sistemas operacionais iOS e Android.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Minas lança campanha de sensibilização quanto à escassez hídrica no São Francisco

Cenário de muitas obras ficcionais da literatura, música e cinema, o Rio São Francisco não somente encanta pela sua exuberância e bagagem histórica e cultural. As margens do chamado rio da integração nacional também são indispensáveis para o equilíbrio ambiental, além de importantes vetores de desenvolvimento econômico, turístico e social. Por esses motivos é que o Governo de Minas Gerais lança campanha informativa de sensibilização sobre a escassez hídrica na bacia do Rio São Francisco.

Neste contexto, o Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) realiza o I Prêmio de Boas Práticas “Salve o Rio São Francisco”, com inscrições abertas até 13 de setembro de 2017. Podem participar pessoas físicas ou jurídicas, empreendedores, instituições privadas e públicas e ONGs que executem ou tenham executado práticas ou projetos de autoria própria, nos municípios de Minas Gerais localizados na bacia hidrográfica do Rio São Francisco, que atendam aos critérios do edital e possuam regularização ambiental.

Quatro categorias serão premiadas: Empresas ou indústrias; Produtor rural; Prédios do poder público; Cidadão. Basta que o candidato tenha realizado uma ação destacável de uso otimizado da água do Velho Chico. Acesse aqui o edital.

O analista ambiental do Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), Heitor Soares Moreira, convoca todos para uma abrangente mobilização. “Por mais que os órgãos responsáveis estejam se preparando, precisamos que cada cidadão abrace também a causa, se sinta sensibilizado e envolvido. Não importa o uso que ele faça da água, se é irrigante, industriário, criador de gado ou apenas para consumo próprio. Dependemos da disposição de cada um para nos ajudar. Por isso, a aproximação para uma grande força tarefa efetiva e abrangente”.

Participam das iniciativas o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), o Instituto Estadual de Florestas (IEF), a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

Parceria com a Fiemg

Em ação conjunta com a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), o Sisema irá realizar, em seis cidades do estado, o workshop “Uso das águas na indústria e a convivência com a escassez hídrica”.

Os encontros serão destinados aos industriários no sentido de sensibilizá-los quanto ao à escassez hídrica, bem como apresentar caminhos para um uso mais racional da água, com detalhamento de boas práticas.

Confira datas e locais:

6/9 - Belo Horizonte
19/9 - Montes Claros
22/9 – Divinópolis
26/9 - Patos de Minas
10/10 - Governador Valadares
11/10 - Ipatinga

Fonte: IGAM

IMA exporta tecnologia para o controle de agrotóxicos na lavoura e no comércio

O analista de sistemas do IMA, Bruno Câmara, foi o responsável pela criação do Sicca. Ele explica que o sistema faz todo o mapeamento do uso de agrotóxicos em todo o estado. "Cada agrotóxico tem uma classe toxicológica e o mapeamento tem a função de controlar as classes certas para as determinadas culturas, preservando o meio ambiente", explica.O Sicca permite que os dados da rota comercial do agrotóxico do comércio ao campo sejam rastreados. Permite verificar, também, se o produtor rural está comprando o item correto para sua lavoura.

"O Sicca melhorou muito a rotina do fiscal agropecuário na medida em que ele não precisa mais se locomover até os estabelecimentos para consultar a movimentação dos produtos agrotóxicos, tendo total controle dos estoques por meio da plataforma digital. Ou seja, com o sistema é possível identificar com mais precisão a gestão de vendas desses estabelecimentos e as compras realizadas pelos produtores, possibilitando identificar possíveis infrações", argumenta Câmara.