sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Instituto Mineiro de Agropecuária é credenciado para certificar orgânicos



O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) foi credenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) como Organismo da Avaliação de Conformidade Orgânica (OAC). É a primeira instituição pública a ser reconhecida para esta ação que passa a integrar o grupo de certificadoras já regularizadas.
 
Os produtos orgânicos de origem vegetal certificados passarão a ter um selo federal reconhecido em todo o país: o “Selo do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica” (SISORG). O objetivo é valorizar a produção, facilitar a identificação desses produtos e garantir a qualidade, ou seja, certificar que foram produzidos de acordo com os regulamentos técnicos existentes. Os responsáveis por este segmento serão incluídos no Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos do Ministério.
 
Produtores de hortaliças, frutas, café e cachaças já aguardam pelas auditorias do IMA. Os auditores envolvidos são especializados no processo e executam ações em todo o Estado na certificação de cachaça, café, e agora, orgânicos. O produtor que obter o selo de conformidade poderá comercializar seus produtos em todo o território nacional.
 
Segundo o diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, um orgânico certificado pelo IMA terá diferencial para o produtor e para o consumidor. “Os produtos terão garantia de procedência, como a comprovação de isenção de conservantes e ingredientes químicos, além de serem mais valorizados nos mercados”, comenta.
 
O credenciamento é válido para a produção de origem vegetal que deseja ter o tratamento de orgânico. Para isso, é necessário solicitar uma avaliação ao IMA.
 
Orgânicos
 
A principal característica desses produtos é a ausência de resíduos de agrotóxicos, adubos químicos ou substâncias sintéticas que agridam o meio ambiente e a saúde do consumidor. A conservação e regeneração dos recursos naturais, ou seja, o uso responsável do solo, da água, do ar e dos demais recursos naturais, além de uma menor intervenção no meio ambiente também são princípios da agricultura orgânica.
 
Processo
 
O processo para obtenção da condição de certificador de produtos orgânicos iniciou-se no ano 2010, sendo concluído em novembro desse ano. Envolveu auditorias por parte do Ministério e Inmetro em propriedades de produtos orgânicos de Minas Gerais.
 
O próximo passo é solicitar a extensão de escopo para Produção Primária Animal e Processamento de Produtos de Origem Animal. Desta forma o IMA poderá certificar também os produtos lácteos e cárneos produzidos de acordo com os princípios da produção orgânica, principalmente os da agricultura familiar.


Fonte: Agência Minas


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Água para todos: Sedvan/Idene vai instalar 6.388 cisternas de polietileno no NMG

O Governo de Minas, através da Secretaria de Estado de Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e do Norte de Minas (Sedvan) e do Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas (Idene), vai assumir a instalação de 6.388 cisternas de polietileno no semiárido mineiro e em seu entorno. Essas unidades de armazenamento de águas das chuvas serão repassadas pelo Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs), dentro do Programa Água Para Todos, executado pelo Governo Federal, através dos Ministérios da Integração Nacional (MI) e de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). O início da instalação das cisternas deverá ser na segunda quinzena de janeiro, quando a empresa Acqualimp começará a entregar os produtos fabricados por sua planta em Montes Claros.

Para alinhar informações, repasses das cisternas, prazos, condições, transportes e locais de armazenamentos das unidades, entre outros detalhes, uma reunião entre representantes do Sistema Sedvan/Idene, Dnocs e da Dalka do Brasil, razão social da empresa Acqualimp, foi realizada na sede do órgão federal, na manhã de terça-feira (27/11). A assembleia contou com a presença do gerente do Programa de Universalização do Acesso e Uso da Água (Água Para Todos) em Minas Gerais e diretor de captação e qualificação do Sistema Sedvan/Idene, Samir Carvalho Moysés, e do técnico do Sistema Sedvan/Idene responsável pela execução do programa no Estado, Arnaldo José Severino, que vieram de Belo Horizonte para nivelar as ações; e do diretor-regional do Idene em Montes Claros, Edson Ferreira do Couto.

Representando a Acqualimp, estiveram presentes na reunião o diretor-nacional Benedito André Violante, o gerente de contratos institucionais Luiz Antônio Henrique Pinto, e o diretor da fábrica em Montes Claros, Lucas Arantes. Representando o Dnocs, o coordenador central do Programa Água Para Todos pelo órgão, engenheiro civil Elias Benevides e Keila Margareth Cândido, que vieram da matriz de Fortaleza/CE, Renata R. Freitas, Jurandir Cardoso Batista e Divino Teixeira, além de outros representantes do órgão federal em Minas Gerais e Montes Claros. Inicialmente, os representantes do Dnocs falaram sobre o contrato firmado com a empresa Acqualimp para o fornecimento de 60 mil cisternas de polietileno para o semiárido brasileiro, das quais 10 mil para o Grande Norte de Minas e o número de unidades que serão instaladas pelo Estado e pelo Dnocs.

Logo no início dos trabalhos surgiram algumas dúvidas levantadas pelo coordenador do Dnocs, Elias Benevides, imediatamente sanadas. Uma delas era em relação à empresa que venceu a concorrência para fornecer as cisternas. O gerente de contratos Luiz Henrique explicou que, geralmente, o contrato com o órgão federal foi firmado com a Dalka do Brasil, que é a razão social da Acqualimp, empresa do grupo Rotoplass, com sede no México e presença em 16 países. O diretor Benedito Violantes completou dizendo que a empresa tem quatro plantas no País, uma delas em Montes Claros. Por sua vez, Arnaldo Severino adiantou que o Idene assumiu a responsabilidade pela instalação de 6.388 cisternas em Minas Gerais e que as outras 3.612 restantes ficariam por conta do órgão federal.

Um dos assuntos abordados se refere ao repasse e recebimento das cisternas por parte da Acqualimp ao Dnocs e depois para o Idene, quando o gerente do programa em Minas, Samir Moysés, sugeriu a elaboração de um termo unificado de recebimento e repasse, automaticamente, com a assinatura dos parceiros. Vários outros temas foram debatidos, como o potencial de produção de cisternas por parte da Acqualimp, a dinâmica de instalação dos reservatórios, as condições de transporte e capacidade de armazenamento, entre outros. Diretor-regional do Idene em Montes Claros, Edson Couto informou que na cidade as cisternas ficarão armazenadas em terreno cedido pela Copasa, na região Sul, bem como da capacidade da cidade de Chapada Gaúcha, no Norte de Minas, que atende a demanda.

Segundo Edson Couto, caberá ao Dnocs apenas repassar as cisternas para o Idene e que o órgão estadual, com recursos disponibilizados pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate a fome (MDS), se encarregará de toda a logística para a instalação dos reservatórios. Neste sentido, o Sistema Sedan/Idene abrirá processo licitatório para a contratação de uma empresa, que fará a retirada das cisternas nos depósitos, transporte as comunidades que serão atendidas e instalação das unidades, inclusive com abertura dos buracos, revestimento do leito e adaptação às casas das famílias, devidamente inscritas no Cadastro Único (CadÚnico). Ficou acertado ainda, entre Samir Moysés e Elias Benevides, como será o processo de recebimento e repasse das cisternas, como datas, horários e que a instalação das unidades nas comunidades será fiscalizada pelo Idene.

Posteriormente, a equipe do Dnocs se retirou para outra reunião, enquanto os representantes do Sistema Sedvan/Idene e da Acqualimp deram sequência ao nivelamento de ações das duas partes, inclusive a capacitação teórica e prática para a instalação dos reservatórios. Os dirigentes da empresa informaram ainda que ela produz 100 cisternas de polietileno por dia e que cada caminhão transporta cinco unidades. A meta da fabricante é entregar 1 mil cisternas em janeiro, 2 mil em fevereiro. 2.500 em março e aumentar a entrega, gradativamente, até chegar as 10 mil unidades, das quais 6.388 serão repassadas pelo Dnocs ao Idene e às outras ficarão com o órgão federal. Em Minas Gerais, as praças de armazenamento serão Montes Claros e Chapada Gaúcha, no Norte de Minas; Itamarandiba, Carbonita e Turmalina, nos Vales do Jequitinhonha e Mucuri.

Números

A Acqualimp vai fornecer 60 mil cisternas ao Dnocs para serem instaladas no semiárido brasileiro em parceria com governos estaduais conveniados com o Ministério da Integração Nacional. Diretamente, o órgão vai instalar 27.384 unidades, sendo 12 mil no Ceará, 5.772 no Pernambuco, 4 mil na Paraíba, 3.612 em Minas Gerais e 2 mil no Rio Grande do Norte.
Em parceria com os Estados, serão instaladas 14.200 unidades no Ceará, 12 mil na Bahia e 6.388 em Minas Gerais. 

O primeiro Estado a ser atendido é o da Bahia, sendo que o segundo será Minas Gerais, provavelmente, a partir do dia 21 de janeiro. As cisternas têm capacidade para 16 mil litros de água. A fábrica de reservatórios da Acqualimp em Montes Claros funciona na Avenida Geraldo Athayde, no Bairro São João, onde antes era o depósito da Coca-Cola.


Fonte: Jornal de Notícias , Montes Claros, 29 de novembro de 2012.


sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Abertura das propostas do Projeto Jequitaí já tem data: 11 de dezembro

O secretário de Estado de Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri e do Norte de Minas, Gil Pereira (Sedvan), participou no dia 13/11/12, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), da cerimônia de lançamento do Programa Mais Irrigação, coordenada pela presidenta da República, Dilma Rousseff, com a presença de várias autoridades e técnicos, incluindo o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, e governadores estaduais.




Na véspera, o secretário Gil Pereira esteve no gabinete em audiência com o ministro Fernando Bezerra, para esclarecimentos sobre o andamento das providências administrativas e técnicas relacionadas à construção da Barragem de Jequitaí, que viabilizará o projeto de irrigação de mesmo nome: “O ministro Bezerra informou-me que as propostas da licitação serão abertas no dia 11 de dezembro deste ano, pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf)”, disse Gil Pereira.

Ao citar que o governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia, também cumpriu agenda em Brasília neste dia, o secretário lembrou o “seu empenho em viabilizar todas as iniciativas que se relacionem ao Programa Água para Todos e ao objetivo de dotar o Norte e Nordeste do Estado de melhor infraestrutura hídrica, reduzindo o sofrimento da população provocado pelos períodos de seca”.

Norte de Minas

Com abrangência total prevista em torno de 539 mil hectares irrigados e previsão de R$ 10 bilhões em investimentos (destes R$ 7 bilhões virão  iniciativa privada sob a forma de PPPs), o Programa Mais Irrigação é dividido em quatro eixos e estará presente em 66 áreas de 16 estados brasileiros:

Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Sergipe e Tocantins. Portanto, além dos Nordeste, serão contempladas as regiões Sul, Centro-Oeste, Norte e Sudeste, sendo nesta última área geográfica o Programa voltado somente para o Norte de Minas.

No Norte de Minas, o Mais Irrigação vai acelerar etapas de três grandes projetos: Jequitaí (18 mil hectares da 1ª fase e 17 mil hectares da 2ª fase, totalizando 35 mil hectares de área irrigada); Jaíba 3 e 4 (ampliação - 24 mil hectares da 1ª fase); e Gorutuba (restauração e ampliação – 5,8 mil hectares de área irrigada).


Água de cisterna para consumo animal

Na convivência com o Semiárido brasileiro são essenciais as tecnologias que aumentam a oferta de água nos períodos de seca. As cisternas rurais têm se mostrado uma alternativa de aptidão flexível, que podem ser empregadas para armazenar água das chuvas e suprir as demandas tanto das famílias quanto de pequenas hortas e ainda para abastecer os rebanhos.
 
Pesquisadores e técnicos da Embrapa Semiárido apresentaram, no programa “Prosa Rural”, a experiência que realizaram em comunidades no interior da Bahia, de Pernambuco e do Piauí com o emprego de cisternas para uso familiar e para dessendentação dos animais. É um trabalho apoiado pelo programa Uma Terra e Duas Águas (P1 + 2).


Tradicionalmente, a cisterna é reservada como fonte de água exclusiva para as pessoas. Aos animais costuma-se reservar um barreiro ou açude, que perde muita água pela evaporação ao longo dos meses de seca. Além da perda de volume, a água se torna enlameada e pode ser infestada por parasitas que comprometem a saúde desses animais. Portanto, a construção de uma segunda cisterna na propriedade, destinada ao abastecimento dos animais, ajuda não só a prevenir as perdas por evaporação, mas também a melhorar a qualidade da água fornecida ao rebanho, principalmente se for captada das chuvas que caem sobre os telhados.
 
No caso da captação feita em uma linha de drenagem natural, como uma estrada, é recomendada a instalação de um sistema de filtragem entre a captação e o armazenamento para a retirada de resíduos orgânicos que possam comprometer a qualidade da água.
 
Por meio do programa P1+ 2, os agricultores recebem apoio para a instalação de uma segunda cisterna em sua propriedade. De acordo com Nilton de Brito, técnico da Embrapa Semiárido (Petrolina/PE), a cisterna tem um custo de construção menor que o do barreiro e ainda preserva a água de fontes de contaminação.
 


Alimentação de bovinos em períodos de seca


Independente da intensidade e da duração da época seca nos campos, o fornecimento de alimentação suplementar para o gado é sempre importante. Por isso, o produtor deve estar constantemente preparado e munido de um planejamento alimentar, para que seu rebanho tenha condições de enfrentar os períodos sem chuva.

Em tempos de seca, o capim não cresce com o mesmo vigor que apresenta em condições climáticas mais adequadas e tem seu valor nutricional reduzido, prejudicando a quantidade e a qualidade da forragem das pastagens que servem de alimento para os animais. Se depender apenas do pasto para fazer as refeições durante o período seco, o gado terá perda de peso, queda na produção de leite e na taxa de fertilidade, além de maior predisposição a contrair doenças e correr risco de morte.

Assim, em época de chuva escassa, o uso de suplementação alimentar é essencial para manter o gado saudável. Cana-de-açúcar e uréia, capim elefante, leguminosas forrageiras, diferimento de pastagens e silagem, são algumas alternativas práticas e economicamente viáveis para nutrir os animais enquanto o tempo seco permanecer.

O produtor também pode fazer uso racional de alimentos regionais, como subprodutos agroindustriais. Em geral, eles são de baixo custo e de fácil aquisição e transporte. Contudo, têm como limitações o desconhecimento de sua composição química e valor nutritivo, além de problemas de armazenamento, de conservação e de disponibilidade ao longo do ano.

Alternativas nutritivas

Entre as opções que podem contribuir para atender às necessidades dos rebanhos no período seco estão:

Cana-de-açúcar e uréia – destinada para o gado bovino, a mistura serve como fonte de energia e proteína. Para corrigir o baixo teor de proteína da cana, é indicada a adição de uréia, cujo uso na suplementação deve ocorrer somente nos níveis recomendados e com a adaptação dos animais.

Capim elefante – de fácil cultivo, elevada produção, bom valor nutritivo e resistente a pragas, o capim elefante é a forrageira mais usada na formação de capineiras, as quais devem ser manejadas durante todo o ano, inclusive durante o período chuvoso. Caso contrário, o capim elefante perde seu valor nutritivo tornando-se muito fibroso e com pouca proteína.

Leguminosas – são forrageiras que asseguram um bom padrão alimentar para os animais, sobretudo em época de seca. Contêm muita proteína e são fáceis de ser digeridas, inclusive têm alta capacidade de fixação de nitrogênio da atmosfera, contribuindo para a melhoria da fertilidade do solo. Podem ser estabelecidas em consórcio com gramíneas ou formando “banco de proteína”, que será utilizado estrategicamente durante a estação de seca.

Diferimento de pastagens – trata-se de alternativa para corrigir a defasagem da produção de forragem durante o ano. A utilização da pastagem é suspensa entre meados e o fim do período chuvoso, para favorecer o acúmulo de forragem e criar uma reserva para uso durante a época de seca, como “feno em pé”.

Silagem – opção de armazenagem de forragem no período das águas, para os animais enfrentarem os meses de estiagem. Como o processo envolve mecanização total, é mais caro do que as demais alternativas citadas acima. O milho e o sorgo são indicados como melhores sugestões, devido à facilidade de cultivo, elevados rendimentos e qualidade da silagem produzida.

Forragem hidropônica de milho 


Técnica criada inicialmente como método de pesquisa por estudiosos alemães e, mais tarde, aperfeiçoada pelos Estados Unidos para o cultivo de hortaliças, a hidroponia também tem sido utilizada por aqui para produzir suplemento alimentar para animais como bovinos, caprinos e ovinos.

Desenvolvida na década de 90, a partir de experiências realizadas por instituições brasileiras de pesquisa, como o Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Norte (Emater/RN), a forragem hidropônica de milho tem boa aceitação pelos rebanhos de pecuaristas que já fazem uso dela.  Ainda pouco difundido no país, o produto é mais uma opção de alimento para criações durante os meses de seca.

Fácil, rápida e barata, a produção do alimento pode ser realizada em qualquer parte do território nacional e época do ano. Em 15 dias de plantio, a forragem hidropônica de milho já pode ser colhida para abastecer os cochos das criações.

Com semeadura de 2 quilos de grãos em um espaço de apenas um metro quadrado, em duas ou três semanas podem ser colhidos 20 ou 30 quilos de forragem verde destinada para consumo animal. O preço do quilo do alimento chega a R$ 0,09, enquanto o do bagaço de cana atinge R$ 0,10 e o da torta de algodão, R$ 0,30.

Dada as vantagens da forragem feita do cultivo de milho hidropônico, o Sebrae da Paraíba tem estimulado pequenos criadores da região a adotar a solução para enfrentar a forte estiagem registrada no Nordeste.

Além de promover visita em propriedade que aplica a técnica, o Seabre disponibiliza a pecuaristas interessados um kit com o material necessário para iniciar a atividade. Para a produção da forragem hidropônica de milho são utilizados micro e macro ingredientes, como sulfato de magnésio, de cobre, de manganês, de zinco, ácido bórico, molibdênio, quelato de ferro, fosfato de amônia e nitrato de potássio.

Fonte: Globo Rural